sexta-feira, 22 de julho de 2011
Saboreias o pesadelo da tua dor
Baixas o teu olhar submisso
Eu observo, incapaz de sorrir
É a mágoa torturante que nos acaricia
O meu olhar frio desespera
Os teus lábios tristes chamam-me
Sinto-te implorar por salvação
Mas eu não estou presente
Maravilho-me com as tuas lágrimas
Apenas triste por não te salvar
Sinto a tua agonia desesperada
É a mesma agonia que me aprisiona
Tento ignorar esta tentação cruel
Por isso não te salvo dessa aflição
Fico apático perante a tua mágoa
Deixo-te afogar nas tuas lágrimas
Deixo-me levar por este castigo
Puno-me a mim mesmo por esta dor
Mas deixo-te provar as lágrimas
Este martírio une-nos os dois
Num sofrimento flagelante de prazer
Solta os teus medos aterrorizantes
Agora a solidão e indiferença reinam
A tua dor transforma-se em lágrimas
Tu desesperas sem salvação
Eu nada faço para me redimir
Deixo as tuas lágrimas de angústia correr
Apenas sofro com o teu desgosto...
Baixas o teu olhar submisso
Eu observo, incapaz de sorrir
É a mágoa torturante que nos acaricia
O meu olhar frio desespera
Os teus lábios tristes chamam-me
Sinto-te implorar por salvação
Mas eu não estou presente
Maravilho-me com as tuas lágrimas
Apenas triste por não te salvar
Sinto a tua agonia desesperada
É a mesma agonia que me aprisiona
Tento ignorar esta tentação cruel
Por isso não te salvo dessa aflição
Fico apático perante a tua mágoa
Deixo-te afogar nas tuas lágrimas
Deixo-me levar por este castigo
Puno-me a mim mesmo por esta dor
Mas deixo-te provar as lágrimas
Este martírio une-nos os dois
Num sofrimento flagelante de prazer
Solta os teus medos aterrorizantes
Agora a solidão e indiferença reinam
A tua dor transforma-se em lágrimas
Tu desesperas sem salvação
Eu nada faço para me redimir
Deixo as tuas lágrimas de angústia correr
Apenas sofro com o teu desgosto...
Amor gótico
Quero ser a lua quero ser a luz que abita na escuridão nas trevas do teu ser, do seu olhar desejo me tornar a razão mais sincera do seu amor desejo ser o frio dessa noite escura debaixo dessa chuva que cai sobre você te dando motivos pra se tornar o nascer em seu coração o sentimento que trás a vida.
quero ser a ultima gota do seu sangue, te dar meu doce vinho
quero degustar da sua carne essa noite enquanto te embriago de amor e desejo
quero ter sua alma em minhas mãos pra te ter pela eternidade preso no meu destino
quero te acalentar em meus frios braços como uma criança que com medo chora
quero os teus precisos sonhos pra guardar no meu baú da vida
mas não tenha medo só quero na verdade e que me ame sem se preocupar com nada nem a morte
nada será um obstáculo, não existem obstáculos quando existe "nos”. você e a fonte da minha existência e esse o motivos pra mim te tirar tudo
assim posso te-lo sem medo de perdê-lo pra vida
viver pra morrer ou morre pra viver
o vinho esta sobre a mesa as taças ao seu alcance
beba o meu veneno do amor e enlouqueça comigo, morra, se recuse ou passe a eternidade ao meu lado
quero ter seu sangue doce em meus lábios essa noite e dormir com seu corpo já gelado
Rendasse aos nossos desejos...
Quero ser a lua quero ser a luz que abita na escuridão nas trevas do teu ser, do seu olhar desejo me tornar a razão mais sincera do seu amor desejo ser o frio dessa noite escura debaixo dessa chuva que cai sobre você te dando motivos pra se tornar o nascer em seu coração o sentimento que trás a vida.
quero ser a ultima gota do seu sangue, te dar meu doce vinho
quero degustar da sua carne essa noite enquanto te embriago de amor e desejo
quero ter sua alma em minhas mãos pra te ter pela eternidade preso no meu destino
quero te acalentar em meus frios braços como uma criança que com medo chora
quero os teus precisos sonhos pra guardar no meu baú da vida
mas não tenha medo só quero na verdade e que me ame sem se preocupar com nada nem a morte
nada será um obstáculo, não existem obstáculos quando existe "nos”. você e a fonte da minha existência e esse o motivos pra mim te tirar tudo
assim posso te-lo sem medo de perdê-lo pra vida
viver pra morrer ou morre pra viver
o vinho esta sobre a mesa as taças ao seu alcance
beba o meu veneno do amor e enlouqueça comigo, morra, se recuse ou passe a eternidade ao meu lado
quero ter seu sangue doce em meus lábios essa noite e dormir com seu corpo já gelado
Rendasse aos nossos desejos...
Amor impossível
Amores impossíveis,
parece que é o que quisermos ter,
sempre agrada um sorriso,
que é impossível ter.
Minha cabeça pede palavras,
para o que eu quero ser,
magoei minha amiga,
não sei mais o que fazer.
Desculpa minha amiga,
sei que não mereço perdão,
criei uma lágrima no seu coração
sem ter chance de outra opção.
Te amei sem perceber,
que era uma admiração forte por você,
a amizade se fundiu com o amor,
e o arrependimento se tornou uma dor.
Fui sincero como eu pude,
a sinceridade enfim matou,
o que nós tinhamos juntos,
e assim o amor se foi
Desculpa por transformá-la
em uma escrava do amor,
antes você era apenas uma menina
sem saber a dor do amor.
Fui sincero nas palavras
e a palavra foi acabou,
espero que sejamos amigos,
para aproveitar o que restou...
Amores impossíveis,
parece que é o que quisermos ter,
sempre agrada um sorriso,
que é impossível ter.
Minha cabeça pede palavras,
para o que eu quero ser,
magoei minha amiga,
não sei mais o que fazer.
Desculpa minha amiga,
sei que não mereço perdão,
criei uma lágrima no seu coração
sem ter chance de outra opção.
Te amei sem perceber,
que era uma admiração forte por você,
a amizade se fundiu com o amor,
e o arrependimento se tornou uma dor.
Fui sincero como eu pude,
a sinceridade enfim matou,
o que nós tinhamos juntos,
e assim o amor se foi
Desculpa por transformá-la
em uma escrava do amor,
antes você era apenas uma menina
sem saber a dor do amor.
Fui sincero nas palavras
e a palavra foi acabou,
espero que sejamos amigos,
para aproveitar o que restou...
Se eu Morresse Amanhã(alvares de azevedo)
Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Que sol! que céu azul! que doce n’alva
Acorda a natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
Se eu morresse amanhã, viria ao menos
Fechar meus olhos minha triste irmã;
Minha mãe de saudades morreria
Se eu morresse amanhã!
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã!
Eu perdera chorando essas coroas
Se eu morresse amanhã!
Que sol! que céu azul! que doce n’alva
Acorda a natureza mais louçã!
Não me batera tanto amor no peito
Se eu morresse amanhã!
Mas essa dor da vida que devora
A ânsia de glória, o dolorido afã...
A dor no peito emudecera ao menos
Se eu morresse amanhã!
Seio De Virgem [Alvares de Azevedo]
O que sonho noite e dia,
E à alma traz-me poesia
E me torna a vida bela...
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Quando os vejo... de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
Minhas ternuras, donzela,
Voltei-as à forma bela
Daqueles frutos de neve...
Ai!... duas cândidas flores
Que o pressentir dos amores
Faz palpitarem de leve.
Mimosos seios, mimosos,
Que dizem voluptuosos:
"Amai, poetas, amai!
Que misteriosas venturas
Dormem nessas rosas puras
E se acordarão num ai!"
Que lírio, que nívea rosa,
Ou camélia cetinosa
Tem uma brancura assim?
Que flor da terra ou do céu,
Que valha do seio teu
Esse morango ou rubim?
Quantos encantos sonhados
Sinto estremecer velados
Por teu cândido vestido!
Sem ver teu seio, donzela,
Suas delícias revela
O poeta embevecido!
Donzela, feliz do amante
que teu seio palpitante
Seio d’esposa fizer!
Que dessa forma tão pura
Fizer com mais formosura
Seio de bela mulher!
Feliz de mim... porém não!...
Repouse teu coração
Da pureza no rosal!
Tenho no peito um aroma
Que valha a rosa que assoma
No teu seio virginal?
O que sonho noite e dia,
E à alma traz-me poesia
E me torna a vida bela...
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Quando os vejo... de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
Minhas ternuras, donzela,
Voltei-as à forma bela
Daqueles frutos de neve...
Ai!... duas cândidas flores
Que o pressentir dos amores
Faz palpitarem de leve.
Mimosos seios, mimosos,
Que dizem voluptuosos:
"Amai, poetas, amai!
Que misteriosas venturas
Dormem nessas rosas puras
E se acordarão num ai!"
Que lírio, que nívea rosa,
Ou camélia cetinosa
Tem uma brancura assim?
Que flor da terra ou do céu,
Que valha do seio teu
Esse morango ou rubim?
Quantos encantos sonhados
Sinto estremecer velados
Por teu cândido vestido!
Sem ver teu seio, donzela,
Suas delícias revela
O poeta embevecido!
Donzela, feliz do amante
que teu seio palpitante
Seio d’esposa fizer!
Que dessa forma tão pura
Fizer com mais formosura
Seio de bela mulher!
Feliz de mim... porém não!...
Repouse teu coração
Da pureza no rosal!
Tenho no peito um aroma
Que valha a rosa que assoma
No teu seio virginal?
Trancado no meu Quarto..
Trancado no meu quarto sozinho com meus pensamentos
Fico pensando tudo que um dia já joguei ao vento
Amigos que perdi só por ser tão orgulhoso
Coisas que não fiz por não ter sido nem ou pouco corajoso
E sei que minha alma esta pendendo a cor
E que neste momento meus olhos refletem a dor
Minha face com lagrimas de sangue esta sendo molhada
Lagrimas que caem por uma dor que não pode ser controlado...
Já estou na completa escuridão
E já não sei se estou em uma cama ou um caixão
Mas para mim diferença não faz
Pois em ambos eu estaria em paz...
Trancado no meu quarto sozinho com meus pensamentos
Fico pensando tudo que um dia já joguei ao vento
Amigos que perdi só por ser tão orgulhoso
Coisas que não fiz por não ter sido nem ou pouco corajoso
E sei que minha alma esta pendendo a cor
E que neste momento meus olhos refletem a dor
Minha face com lagrimas de sangue esta sendo molhada
Lagrimas que caem por uma dor que não pode ser controlado...
Já estou na completa escuridão
E já não sei se estou em uma cama ou um caixão
Mas para mim diferença não faz
Pois em ambos eu estaria em paz...
Morticia
Do outro lado ela vem
Usando roupas pretas,
O batom negro realsa seu rosto pálido
E os olhos brilham
Na vasta escuridão dos seus cabelos,
Mãos suaves de donzela
Mente negra que o sega.
Somente em noites sem luar
Caminha...
Sozinha...
Quieta como uma fada
Apreciando a melancolia ela vaga
Não olha para os lados
Não da atenção a chamados.
Segue seu caminho
Sem temer a morte
Mata demônios
Não acredita na sorte,
Destrói esse deus cristão
Que manipula teu pensamento
Subjulgando-se ser o senhor
Por algumas palavras talvez nunca ditas
Apenas escritas, em um novo testamento.
Praticando sabbaths
Manipula A Arte
No meio da floresta
Em seu altar
Bruxarias ela pratica.
Garota gótica
Ela volta a seu santuário
Onde ninguém a critica
Onde ninguém a olha
Onde esconde-se
De pensamentos terrenos
Ingênuos,
Tocando sua guitarra melancólica
Apreciando a luz do luar
E o frio polar
Do seu coração negro a sangrar
Do outro lado ela vem
Usando roupas pretas,
O batom negro realsa seu rosto pálido
E os olhos brilham
Na vasta escuridão dos seus cabelos,
Mãos suaves de donzela
Mente negra que o sega.
Somente em noites sem luar
Caminha...
Sozinha...
Quieta como uma fada
Apreciando a melancolia ela vaga
Não olha para os lados
Não da atenção a chamados.
Segue seu caminho
Sem temer a morte
Mata demônios
Não acredita na sorte,
Destrói esse deus cristão
Que manipula teu pensamento
Subjulgando-se ser o senhor
Por algumas palavras talvez nunca ditas
Apenas escritas, em um novo testamento.
Praticando sabbaths
Manipula A Arte
No meio da floresta
Em seu altar
Bruxarias ela pratica.
Garota gótica
Ela volta a seu santuário
Onde ninguém a critica
Onde ninguém a olha
Onde esconde-se
De pensamentos terrenos
Ingênuos,
Tocando sua guitarra melancólica
Apreciando a luz do luar
E o frio polar
Do seu coração negro a sangrar
Poeta
Porque você é tão estranho, solitário?
Mente aguçada nas palavras
Parece criar mundos perfeitos
em suas belas palavras
Vejo sentimentos imortalizados
nos corações das palavras
suas palavras e sentimentos batem
no meu coração magoado
Cria mundos sem saber,
pessoas ficam paralisadas com o que lê
elas lê o que precisam
saber o que não sabe para viver
Mundos distantes, um coração gigante
Seus sentimentos são extremos
E sua alma, inconstante.
Será que o pequeno poeta é feliz?
Vejo tristeza nos seus olhos,
doces gotas caem levemente
no seu rosto macio,
no seu rosto doente.
Será que o pequeno poeta é feliz?
Palavras são a sua maior compania
Elas são as únicas que o entende.
O seu mundo estranho, e inconstante
Será que o pequeno poeta é feliz?
Fácilmente dominado,
seus sonhos o atormentam,
seu coração quase sempre magoado.
Você é fraco, poeta
Suas palavras parecem sonhar
Mas é facilmente dominado,
por um simples olhar.
Você é fraco, poeta
Você não tem sorriso próprio
Tem muito medo de viver
Não tem nem amor próprio.
Você é muito fraco poeta,
não consegue viver nesse mundo
nesse mundo real, realidade
só quer viver no seu mundo de sonhos.
Você é sonhador, poeta
Sonha para amar, sonha na esperança
de encontrar um coração a amar,
na esperança de realizar todos aqueles sonhos,
que um dia veio a idealizar
Poeta, você pode ser fraco
mas tem honra no que tem a dizer
Nunca será um domador,
será sempre um sonhador
E para sempre, criará mundos paralelos,
de dor, e pricipalmente de amor
...
Será que você é feliz...
poeta?
Onde estar voce?
Onde está você com seus pensamentos nesse momento?
Será que está presente na conversa com os amigos, ou está longe, viajando por lugares distantes?
Onde está sua felicidade agora?
Será que está junto de você, ou está longe, em objetos distantes, em pessoas que se foram, em bens materiais que você ainda não tem?
Onde está seu sorriso agora?
Está em seu rosto, estampando a sua alegria e confiança na vida?
Ou será que foi levado por alguém que não está mais aqui?
Será que seu sorriso ainda depende dos outros?
Onde está a sua vontade de viver, agora?
Está aí mesmo dentro de você chamando-o, a cada minuto, para as oportunidades, para viver os dias, ou está nas mãos de outras pessoas, e você está perdido sem saber para onde ir?
Quem é o dono da sua vida, da sua vontade e da sua motivação?
O que você precisa para ser feliz agora?
Um emprego? Será que você não consegue procurar um pouco mais? Quem sabe mudar os rumos? Ou procurar em lugares onde você nunca havia procurado antes?
Não coloque para si mesmo obstáculos demais!
Será que a felicidade está apenas na conquista de um emprego?
Talvez você precise de um amor.
Então cultive novas amizades! Lembre-se de que a amizade é a fonte do amor verdadeiro!
Procure se aproximar mais das pessoas, quem sabe!
Antes de querer ser amado, ame!
Onde está seu Deus agora?
Será que você já o descobriu dentro de você?
Será que você já o descobriu nas leis maravilhosas que regem o universo? Na proteção que recebemos, nas chances, nos encontros, nas bênçãos da vida?
Será que você já o descobriu nas estrelas, nos mares, nos ventos, no perfume das flores?
Onde está você agora?
No curso mais seguro da vida, tendo sua embarcação sob controle? Ou está à deriva? Distraído pelas ilusões que encrespam o oceano todos os dias?
Onde está você agora?
Buscando um sentido maior para tudo, buscando o crescimento espiritual, ou está preocupado com coisas tão pequenas, incomodado com problemas tão simples?
É tempo de saber onde realmente estamos.
É tempo de repensar muitas coisas, de dar um novo sentido a tudo, de redescobrir as coisas mais simples e possíveis, e recriar a vida, colocando-a em seu curso seguro.
Como nos ensinou o Mestre de Nazaré, onde estiver seu coração, aí estará também o seu tesouro.
Pense nisso!
Perdi o temor
Perdi o temor à chuva. E assim ganhei o frescor da água.
Perdi o temor do vento, e assim ganhei o seu cantar nos fios.
Perdi o temor ao silêncio e assim ganhei momentos de paz.
Perdi o temor ao julgamento dos outros.
E assim ganhei caminhos mais abertos de liberdade.
Perdi o temor de investir tempo "em coisas sem importância".
E assim ganhei entardeceres, estrelas, pedaços de luar,
águas rebrilhando ao sol, retalhos de canções...
Perdi o temor de dar-me integralmente,
temendo sofrimentos e cicatrizes.
E assim ganhei a bendita multiplicação do meu tempo.
Perdi o temor de expor-me.
E assim ganhei mais confiança no que sou e no que podem ser as pessoas.
Perdi o apego às coisas materiais.
E assim ganhei a alegria da simplicidade.
Perdi o temor à competição.
E assim ganhei o sabor das vitórias e os ensinamentos das derrotas.
Perdi o temor de desbravar caminhos conhecidos.
E assim ganhei novas visões. E horizontes. E novos amigos.
Perdi o temor de dizer minhas verdades frontalmente.
E assim ganhei aqueles que a mim eram sinceros e leais.
Perdi o medo do dia de amanhã. E assim ganhei o hoje!
Perdi o temor mórbido do "por que não fiz"?
E assim ganhei o mais pensar para melhor fazer.
Perdi a segurança estúpida das minhas "verdades únicas".
E assim aprendi a ouvir os outros.
Liberei o força dos meus braços para os abraços fraternos e plenos de carinho.
E assim senti multiplicado o imenso e doce poder do amor.
Perdi o temor da morte e assim ganhei a VIDA!!!
Quase acreditei
Quase acreditei
que não era nada,
ao me tratarem como nada.
Quase acreditei
que não seria capaz,
quando não me chamavam,
por acharem que eu não era capaz.
Quase acreditei
que não sabia,
quando não me perguntavam
por acharem que eu não sabia.
Quase acreditei
ser diferente entre tantos iguais,
entre tantos capazes e sabidos,
entre tantos que eram
chamados e escolhidos.
Quase acreditei
estar de fora
quando me deixavam de fora
por que...que falta fazia?
E de quase acreditar adoeci;
busquei ajuda com doutores,
mestres, magos e querubins.
Procurei a cura em toda parte
e ela estava tão perto de mim
Me ensinaram a olhar
para dentro de mim mesmo
e perceber que sou exatamente,
como os iguais que me faziam diferente.
E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida
Fazer com que cada ser humano
se perceba, se ame, se admire de si mesmo, como verdadeira
fonte de riqueza.
Foi assim que cresci: acreditando
sou exatamente do tamanho de
cada ser humano.
E por acreditar perdi o medo de dizer, de falar, participar e até de cometer enganos.
E se errar?
Paciência, continuo vivendo, e por isso aprendendo.
PORQUE ERRAR É HUMANO
que não era nada,
ao me tratarem como nada.
Quase acreditei
que não seria capaz,
quando não me chamavam,
por acharem que eu não era capaz.
Quase acreditei
que não sabia,
quando não me perguntavam
por acharem que eu não sabia.
Quase acreditei
ser diferente entre tantos iguais,
entre tantos capazes e sabidos,
entre tantos que eram
chamados e escolhidos.
Quase acreditei
estar de fora
quando me deixavam de fora
por que...que falta fazia?
E de quase acreditar adoeci;
busquei ajuda com doutores,
mestres, magos e querubins.
Procurei a cura em toda parte
e ela estava tão perto de mim
Me ensinaram a olhar
para dentro de mim mesmo
e perceber que sou exatamente,
como os iguais que me faziam diferente.
E acreditei profundamente em mim.
E tenho como dívida com a vida
Fazer com que cada ser humano
se perceba, se ame, se admire de si mesmo, como verdadeira
fonte de riqueza.
Foi assim que cresci: acreditando
sou exatamente do tamanho de
cada ser humano.
E por acreditar perdi o medo de dizer, de falar, participar e até de cometer enganos.
E se errar?
Paciência, continuo vivendo, e por isso aprendendo.
PORQUE ERRAR É HUMANO
Palavras de uma garota gotica
Mim perco num mundo onde só existe dor e tristeza, mim vejo perdida em um mar de rosas murchas cheias de espinhos e loucas por uma gota de Sangue para florescer novamente,mim vejo caída em um abismo de ilusões, mergulho em lagrimas ate onde restar mi fôlego, abuso da solidão que mim acompanha, mim apoio na escuridão que mim cerca, mim seguro no sofrimento que mim toma por inteira. Sacrifícios e promeças, não sei, parece que foi tudo em vão, só sei que dessa vez não foi eu que errei...
O fantasma do amor
Enterrei todo aquele amor que por ti senti, queimei todas as suas palavras falcas e junto com elas suas juras de amor, suas falcas promeças e suas lembranças. Meu coração insiste em ti procurar, mas resisto e insisto em discordar, não é por orgulho é por não ter mais condições de sofrer, sua presença mim assusta, seu nome mim machuca, suas palavras cortam minha alma como uma navalha afiada, a vejo sangrar, destruindo-mi, sufocando-mi, maltratando-mi, e mim causando dor e sofrimento. Você é uma fantasma que vive a mim assombra, te vejo em meus sonhos, sinto teu cheiro por onde ando, sinto tua boca suave, sinto tua respiração, ouço tua voz doce e manipuladora, fujo, mim escondo, mim tranco num quarto escuro. Presa nesta solidão, memórias mortas, sentimentos destroçados e um coração partido.
Livre
Em minha pele
E cortei meu corpo
Para tirar você de mim.
Arranquei meu coração
E joguei aos cães
Ele já não mim servia mais
Você mim tirou o que eu precisava.
Roubo minha alma
E brincou com meus sentimentos
Mim fez sofrer e chorar
Mas agora não esta em suas mãos.
Meu coração não bate por mais ninguém
Minha alma não mais existe entre nos
Meu corpo está enterrado
E você está livre de mim.
Te amo Te amo e Te amo
Eu te conheci assim meio sem jeito,
Um olhar tranqüilo e penetrante,
Um rosto esculpido em pedras de diamante.
Você mim abraçou e mim disse adeus,
Eu senti sua falta e quis volta pros braços teus,
Sentir seu cheiro o gosto dos teus beijos,
Sentir sua pele e descobrir seus desejos.
Sonhar contigo e amanhecer ao teu lado,
Te ver de longe deixa meu coração espedaçado,
Sua ausência mim faz falta,
Tua presença mim repassa a calma.
Hoje estou feliz, estou tranqüila,
Pois sei que tenho ao meu lado o amor da minha vida,
Nunca vou te deixar,
E pra sempre vou te amar.
Te amo e sempre vou te amar ♥
Assinar:
Comentários (Atom)




