sábado, 25 de junho de 2011

Vamos brincar de Sadomasoquismo



Sadomasoquismo refere-se a relações entre tendências 
diferentes entre pessoas buscando prazer sexual. O termo sadomasoquismo 
seria a relação entre tendências opostas, o sadismo e masoquismo.


sadismo é a tendência em uma pessoa que busca sentir prazer em impor o 
sofrimento físico e moral a outra pessoa.
masoquismo é a tendência oposta ao sadismo, é a tendência em uma pessoa 
que busca sentir prazer em receber o sofrimento físico e moral de outra pessoa.
A relação destas duas tendências não representa que a mesma pessoa possui as
 duas tendências e sim um contato entre pessoas com tendências opostas, 
sadomasoquismo não é uma tendência e sim relações entre tendências.
O sadomasoquismo nem sempre envolve o sexo com penetração, 
sendo muito comum amasturbação mútua.
Para os praticantes do Sadomasoquismo, as linhas que 
dividem a dor e o prazer são muito tênues. Diversos casais 
procuram opções diferentes do senso comum e acabam por 
escolher pela flagelação em troca de satisfação sexual. Roupas
 de couro, ambiente soturno, chicotes. Vale tudo. Vamos tentar
 desvendar os segredos que cercam os aficionados por sadomasoquismo.
Primeiro é bom deixar claro que a dor provocada por sessões de
 sadomasoquismo são de nível baixo, quase nulo. Em geral, a humilhação
 verbal ou até mesmo a amarração - chamada deBondage ou BDSM
um tipo específico de Sadomasoquismo - são mais procurados pelos 
amantes da dor que proporciona prazer.
As regras do sadomasoquismo são claras. O dominador(a) comanda 
as sessões e impõe respeito através de chicotadas e agressões verbais.
 A ideia é elevar o nível do parceiro(a) ao mesmo patamar do dominador(a)
 através desses atos. O papel do dominado(a) é exatamente o oposto: ser
 submisso e aceitar todas as ordens de forma passiva, sem questionamentos.
 Às vezes rolam uns tapinhas, claro.Um dos rituais mais conhecidos entre os
 sadomasoquistas é o encoleiramentoNa cerimônia, o dominado demonstra 
total submissão ao seu mestre através do início do uso de uma coleira. Quem
 não lembra do adereço usado por Luma de Oliveira com o nome do empresário
 Eike Batista no carnaval do Rio de Janeiro em 1998? Virou um clássico.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Comportamento <> redes sociais: ter ou não te-las? e .....


Redes sociais: ter ou não te-las?





O Brasil é o país com maior número de internautas nas redes sociais, levando em consideração o número de usuários da internet, de todo o mundo, de acordo com o estudo da consultoria Nielsen em mais de 10 países. Aproximadamente 86% dos indivíduos que usam a web participa ativamente de alguma rede social. Mas será que esse convívio diário entre milhares de pessoas de diferentes lugares, sotaques, etnias e pensamentos é sadio? Será que os problemas de preconceito e violência acontecidos recentemente no país têm alguma relação com esse uso abusivo da internet? Na minha opinião não.
Acredito que o poder das redes sociais está mais ligado a reverberação de assuntos que possam interessar grande parte da população. Um tema abordado no microblog twitter (www.twitter.com) poder ser lido por milhões de pessoas em tempo real e debatido por esse mesmo número de pessoas de uma forma democrática. A única forma já vista de uso imbecil das redes sociais foi através da “marcação” de brigas entre torcidas uniformizadas de times de futebol, gerando mais violência. Mas esses são casos esporádicos e cada vez mais raros.
O mais grave problema encontrado nas redes sociais é a questão do preconceito racial, sexual e regional. Já tivemos casos de processos judiciais devido à fala preconceituosa de indivíduos digitando impropérios contra nordestinos, gays, negros, obesos, dentre outros, que acabaram tendo grande repercussão nas redes sociais, saindo do mundo virtual chegando até a grande mídia. O primeiro caso que chamou atenção sobre o problema do preconceito nas mídias sociais foi à época da eleição presidencial, quando uma estudante de direito de São Paulo, Mayara Petruso, denegriu a imagem dos nordestinos e clamando até pela morte dos mesmos, através do twitter, por ela imputar aos brasileiros desta região a vitória da candidata Dilma Rousseff. O movimento contra esse ato foi tão forte, que além de um processo movido pela Ordem dos Advogados do Brasil da sucursal do Ceará, ela foi demitida do estágio que fazia num dos melhores escritórios de advocacia de São Paulo. São fatos que acontecem no mundo virtual, não chegando às vias de fato, mas que mancham um pouco, o uso das redes sociais no Brasil.
As redes sociais mais conhecidas no país como Orkut, Twitter, Facebook, Sônico, Linkedin, tem em seu perfil, a maioria de usuários jovens, buscando interação e conhecimento com outras culturas, e serve como porta de entrada, através de um lado mais divertido, no mundo da informática. Através das redes sociais que o jovem usuário conhece os benefícios de usar um computador e deixar de lado a visão de ser apenas para games, diversão ou mesmo, para dar opiniões polêmicas a esmo sobre determinados assuntos.
No atual momento de crescimento econômico do país e cada vez mais pessoas acessando a internet, problemas sempre ocorrerão, pois a web não tem legislação própria no Brasil e por ser um terreno que se tem uma idéia de democracia, que na verdade, alguns confundem com libertinagem. Mas a internet não é terra de ninguém, e alguns usuários que queiram disseminar pensamentos racistas ou de apologia à violência não são tolerados e já começam a serem tolhidos desses atos, via justiça. Que assim seja, pois a internet de um espaço interessante de pesquisa e informação, não pode se tornar um mero meio de alastrar o caos ou ideais retrógrados para a sociedade. Usem sem moderação, mas com inteligência.

Esse mundo ainda tem conserto?


Imagine você, na hora do rush, com seu carro numa das avenidas mais movimentadas de uma cidade de médio porte, mas com excessivo número de veículos, ouvindo sua música preferida e a caminho de uma prova na Universidade em que estuda. Agora, veja a cena: esse carro pára no meio dessa avenida que tem três faixas, e você fica lá, atônito, parado na faixa do meio. Ouve-se de tudo num momento desses, coisas nada agradáveis. Xingamentos, buzinaço e o seu nervoso apenas aumenta, porque você sabe que tem que retirar o carro da avenida, pois os agentes de trânsito estão bem próximos, loucos para multar o primeiro motorista incauto da noite. Esse era eu.
E o desespero chega, quando nenhum motorista que passa na faixa da direita, deixa eu manobrar o carro (desligado, é claro, ou seja, empurrando) para o acostamento. Quando do nada, aparece alguém, um homem, um anjo. Uma pessoa com o uniforme da empresa em que trabalha, que pela forma com que se apresentou, tinha ralado o dia todo, mas estava ali, disposta a ajudar um desconhecido. No caso, eu. Alívio.
Eu e ele, juntos, conseguimos colocar o carro no acostamento, quando do nada, mais dois anjos aparecem, de moto. Estranhos para mim, mas com uma gratidão no coração maior que o mundo, perguntam se eu preciso de ajuda para empurrar o carro, digo que sim. Os dois descem. Lembrem-se, é a hora do rush, correria, todos querendo ir para casa ou faculdade, e três pessoas pararam seus destinos para ajudar um estranho. Alguém desesperado. Acho que dava para ver pela minha aparência, provavelmente pálida de uma mistura de tristeza e vergonha pelo carro ter parado assim,do nada.
Com muito empenho dos três empurrando o carro, e do primeiro anjo da noite, fazendo o carro “queimar na segunda” (é, esse motorista de anos de volante que vos escreve, não sabe fazer isso, ridículo, pode falar). Os dois da moto se despedem felizes com o carro funcionando direito. Eu mais ainda, e ainda por cima, agradecido. E lá se foram os dois para seus destinos noturnos. O primeiro a me ajudar, ainda me aconselha a não deixar mais isso acontecer e me ensina como fazer o carro funcionar nessas situações. Eu, morto de vergonha, ofereço meu dinheiro, o pouco que tenho, àquele homem, ele ri, se recusa a receber e vai embora. Eu pego meu carro e vou para faculdade, pensando em muitas coisas vistas e vividas no dia de hoje.
Nesse Dia do Jornalista, 07 de Abril, um suicida invadiu uma escola em Realengo no Rio de Janeiro e matou 12 inocentes crianças e  outras 11 permanecem internadas nos hospitais daquela cidade, deixando perplexo o mundo e nos fazendo acreditar que o ser humano não tem mais jeito, que tudo está perdido. Mas aqueles três homens que me ajudaram no começo dessa noite, me fizeram ter a certeza que nem tudo está perdido, e que pessoas com boas intenções e que agem no momento certo, ainda existem por aí. E sim, acredito que o mundo ainda tem conserto.
P.S.: Excepcionalmente Manuela Cal cedeu o espaço de hoje para que eu pudesse lhes contar essa pequena história da vida real.

THE CRANBERRIES <> Sua historia

THE CRANBERRIES


História
Origens
Noel e Mike Hogan, dois irmãos de Limerick, Criaram em uma banda 1989 e poucos meses depois, em 1990, Fergal Lawler entra para o projeto era Cujo nome original The Cranberry Saw Us, O nos viu fazendo um trocadilho com molho, molho em tradução (vale lembrar que cranberry é uma fruta típica da ilha irlandesa, No Brasil essa fruta é conhecida como oxicoco ou uva-do-monte). Dolores O'Riordan Fez o teste e ganhou o papel de vocalista principal, compondo a letra de "Linger". Sua voz é um elemento importante da sonoridade da banda.

Sua bom fita demo feita em casa teve resultado localmente ea banda logo gravou uma fita demo que ganhou muito interesse popular e da crítica. Após uma Variedade de ofertas de gravadoras, com DECIDIRAM assinar um Island Records. Após um único inicial de pouco sucesso, abandonaram seu empresário. Seu segundo single, "Linger", E álbum de estréia, Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?, Tornou-se um grande sucesso nos Estados Unidos e logo depois não Reino Unido. O single "Dreams" Tornou-se também um sucesso, alcançando a 14 ª POSIÇÃO nas paradas dos EUA.

Metade da década de 1990
Em 1994, O'Riordan casou-se com Don Burton, o gerente de turnê da banda. A POSIÇÃO de O'Riordan como líder da banda estava causando Tensões Dentro do grupo enquanto gravavam No Need to Argue, Outro álbum de sucesso que incluía "Zombie", um protesto sobre a violência entre extremistas Protestantes e Católicos nd Irlanda do Norte na época do conflito norte-irlandês [1]. O álbum trouxe à banda imensa popularidade na Europa e EUA.

No meio de boatos sobre a iminente saída de O'Riordan da banda, o álbum To the Faithful Departed foi lançado, que vendeu bem apesar da crítica não ter gostado e também não atingiu o mesmo sucesso do anterior álbum. Nos próximos anos, a banda cancelou uma grande turnê programada e boatos de uma separação Surgiram novamente. Eles lançaram Bury the Hatchet, Com opiniões variadas da crítica, em 1.999.

Em 2001, Lançaram Wake Up and Smell the Coffee recebendo opiniões como "a magia está de volta". O álbum estreou na 46 ª posição nas paradas dos EUA. A banda parecia estar de volta.

Uma Coletânea de grandes sucessos, Stars - The Best of 1992-2002 foi lançada em 2002, Junto de um DVD COM OS Videoclipes da banda.

Pausa
No entanto, em 2003 a banda anunciou que iria tomar algum tempo para suas carreiras individuais. Mais cedo naquele ano, O'Riordan tinha cantado uma canção principal do filme A Paixão de Cristo"Ave Maria", E tinha até composto uma canção para o filme Evilenko. O novo projeto de Noel Hogan é Mono Band.

O próximo álbum foi colocado em espera, após doze anos de turnês e promoção, 'Com a venda total de álbuns excedendo da banda 42 milhões.

Novo CD

Após a turnê de Dolores O'Riordan pelo mundo ao longo de sete meses e das novas produções da banda'' 'Arkitekt''' (Noel Hogan), o antigo produtor do The Cranberries Stephen Street Decidiu lançar um CD com músicas gravadas durante o ano de 2003 para o 7 º álbum do grupo, fato que não ocorreu Devido a pausa dos integrantes no mesmo ano.

O novo CD seria composto por duas músicas inéditas já tocadas durante concertos em Londres e Bolzano (ambos durante a turnê de verão de 2003) intituladas "Astral Projection" e "In It Together" além de títulos conhecidos Devido a algumas entrevistas dos integrantes, como "The Fall", "Someday" e "Raining In My Heart". Segundo o site oficial da banda em Janeiro Dolores gravaria os vocais sem seu estúdio particular enquanto guitarra e bateria seriam gravados no estúdio de Fergal (baterista). Após a gravação os integrantes seguiriam com seus projetos individuais. Ainda não há data prevista para o lançamento.

Projeto Solo de Dolores
Em maio de 2007 foi lançado o álbum Are You Listening?, Escrito integralmente por Dolores O'Riordan. As doze faixas são descritas por Dolores como um registro de suas experiências nos últimos anos, um diário íntimo transformado em canções. As seguintes faixas Compoem o álbum:

1.Ordinary Day
2.When We Were Young
3.No jardim
4.Human Spirit
5.Perdedor
6.Stay With Me
7.Apple Of My Eye
8.Black Widow
9.Outubro
10.Accept Things
11.Angel Fire
12.Ecstasy

Membros da banda
Michael (Mike) Hogan (nascido em 29 de abril de 1973) É o baixista.
Noel Anthony Hogan (nascido em 25 de dezembro de 1971), Irmão de Mike, é o guitarrista.
Fergal Patrick Lawler Nasceu em Parteen, Em Irlanda (próximo à Limerick), 4 de março de 1971. Desde 16 de abril de 1997 está casado com Laurie Guerin. É o baterista.
Dolores Mary Eileen O'Riordan Burton (nascida em 6 de setembro de 1971) É um vocalista, teclista e guitarrista secundária da banda. É casada com Don Burton e tem três filhos: Taylor, Molly e Dakota Rain.



Adentrando um pouco no espaço do meu amigo #JoãoCamilo, hoje irei abordar sobre um tema que muitos gostam, que é a música. Antes de começar o texto, queria jogar uma pergunta no ar: Quantas vezes uma música já marcou a sua vida? Quero dizer, por que será que em nossa vida sempre tem aquela “trilha sonora” que representa algo em nossas vidas? Bom vamos deixar de lero lero e ir direto ao assunto, afinal todos nós sabemos que uma boa canção, foi feita para ser ouvida e vivida.
O que levaria você a escutar o trecho dessa música, “Another head hangs lowly, Childs is slowly taken, And the violence caused such silence, Who are we mistaken?”, (Outra cabeça se inclina humidamente, uma criança é tentamente tomada, e a violência causou tal silêncio, a quem estamos enganando?) para muitos, esse trecho seria mais um hit de sucesso de uma banda qualquer, mas para quem obtém um bom ouvido e sabe distinguir o que é de fato uma boa música, saberia dizer que esse trecho pertence a uma das bandas mais alternativas de todos os tempos: a The Cranberries.
Voltando um pouco no tempo, tive a oportunidade de ouvir a música Zombie quando tinha meus 17 anos, e confesso, fiquei viciado. Não porque nessa fase da minha adolescência, pertencia ao movimento black, mas porque a voz da Dolores O’Riordan era e é um verdadeiro cântico de uma sereia que penetra em meus ouvidos, fazendo perceber que muitas vezes a sociedade em que vivemos não vale nada.
Para quem conhece a banda, sabe que além da voz impactante da Dolores, suas canções obtêm um cunho de revolta, mas ao mesmo tempo de romance, abordando temas sobre as questões sociais e políticas e principalmente o reflexo de uma sociedade qual não queremos reconhecer.
Outra coisa que me chamou atenção na banda, é que o quarteto tem como identidade, o verdadeiro rock alternativo, mesclando um pouco de pop, indie rock, post-punk, folk irlandesa e um pouco de pop rock, trazendo para seus fãs uma diversidade musical, fazendo com que nós nos viciemos por suas canções.


Em direção ao Sucesso
Tudo aconteceu na cidade de Limerick, na Irlanda, por volta de 1990. Nessa pequena cidade, havia uma banda que não imaginava o poder de um verdadeiro sucesso, a The Camberries Saw Us. Formada pelos irmãos Noel e Michel Hogan, juntamente com o baterista Fergal Patrick e a vocalista Nial Quinn, a banda levava uma vida como outra banda daquele tempo, na qual se resumia a ensaios e mais ensaios. Porém em um determinado dia, Niall decidiu deixar o grupo e seguir outros rumos.
Mediante a perda da sua vocalista, os irmãos Hogan, decidiram espalhar anúncios por toda a cidade em busca de outra cantora. Entretanto, antes de Niall sair, a jovem indicou uma amiga da namorada para ficar em seu lugar, a qual se chamava Dolores O’Riordan.
Com apenas 20 anos, Dolores tentou buscar a sorte com o grupo. (vale frisar que ela já cantava desde os seus três anos de idade) Usando um vestido cor de rosa e carregando em suas mãos um teclado e alguns rascunhos, Dolores foi motivo de piada assim que chegou no local, já que ela aparentava ser uma “garotinha”. Porém, assim que ela abriu a boca e cantou, o grupo ficou impressionado e naquele exato momento, elas sabiam que ela era a garota certa.
Com a entrada de Dolores, o quarteto encurtou o nome da banda para The Cranberries, e eles então passaram a ensaiar três vezes por semana. Visando promover divulgação da banda, o quarteto tomou a iniciativa de gravar suas músicas por conta própria, sem o uso de editoras. Com a ideia em mente, surgiram então varias fitas demo, com canções como I Will Always’, ‘Put Me Down’, ‘Dreams’, ‘Linger’ e ‘Sunday’.
O primeiro show da banda foi feito no mês de setembro do mesmo ano. Com cerca 60 pessoas, sendo realizado no clube Ruby´s, situado no hall de um hotel da região. Os jovens tocaram algumas canções tendo um resultado desastroso. Dolores como vocalista permaneceu de costas para a platéia, em um canto afastado do palco, enquanto os garotos ficaram envergonhados esforçando-se para não manter o contato olho no olho com o público.
Todavia, mesmo com essa pequena falha em seu primeiro show, a banda em pouco tempo tornou-se a grande revelação do começo daquela década. E como resultado, eles fizeram uma turnê britânica. Logo depois eles estavam nos Estados Unidos para a primeira apresentação do outro lado do Atlântico. Com seu primeiro álbum, Everybody Else Is Doing ItSo Why Can’t We?, tornou-se um grande sucesso comercial e vendeu mais de cinco milhões de cópias nos Estados Unidos.
Durante o ano de 1991, o grupo ficou responsável por achar um estúdio onde pudessem produzir seu disco de estréia. Eles decidiram procurar um produtor e contrataram Stephen Street, do The Smiths.
Já o seu segundo álbum, “No Nead to Argue” (1994),solidificou a popularidade do grupo com as faixas, Zombies, Ridiculours Thoughts e Ode My Family. Para mim o grupo foi e é até hoje uma das bandas mais sucedidas durante os anos 90. Como prova disso foi a venda de mais de 14,5 milhões de álbuns nos EUA. Tendo um bom resultado, o grupo obteve 4 top e 20 álbuns na Billboard, e oito singles no top 20 da moderna Rock Trackr pelas canções, Linger, Dreams, Zombies, Ode to my Family, Ridiculours Thoughts, Free to Decide e Promessas.
Em meio aos altos e baixos
Sabemos que toda banda de sucesso tem seus altos e baixos e infelizmente a The Cranberries também teve seu momento. O grupo teve um intervalo durante o ano de 2003, porém em janeiro de 2009, relembrando os velhos tempos, Dolores fez uma apresentação com os membros do The Cranberries no Trinity College, ( uma universidade localizada na Irlanda).
E em meio ao show, não foi que Dolores recebeu o titulo de Patrona Honorária da sociedade de Filosofia de Trinity. O reencontro fez com que os integrantes da banda voltassem a cantar. E foi a partir disso que podemos perceber que apesar dos anos, a voz da Dolores e a atitude do grupo continuam a mesma.
Bom galera é isso aí, não sou tão bom como o João para escrever sobre música, mas espero que com o pouco que escrevi vocês tenham percebido que uma verdadeira banda não só se resume a aplausos e fama.
Recomendo:


The cranberries No need to argue (recomendo)

























No Need to Argue é um álbum de The Cranberries lançado em 1994. Foi o álbum mais bem sucedido da banda, e vendeu cerca de 16,7 milhões de cópias em todo o mundo. Ele contém a banda de maior sucesso até hoje ",Zombie". Humor do álbum é mais escura do que em Everybody Else Is Doing It, So Why Can't We?. Ela mostra um desempenho mais maduro pelo letrista e vocalista Dolores O'Riordan, Escrevendo sobre a guerra, morte, amor e desilusão. Sua voz é mais clara, sem mergulhar o álbum anterior voz duplos e triplos. Em algumas das canções, a banda decidiu assumir um lado mais rock e mais pesado, com distorção e aumentar o volume. A canção "Grave's Grave" é sobre William Butler Yeats, E cita um de seus poemas, No Second Troy. O hit "Zombie", escrito pelo vocalista Dolores O'Riordan, é de acordo com ela sobre a Atentados do IRA em 1993 que resultou na morte de duas crianças.

1."Ode to My Family"- 4:30
2."I Can't Be With You"- 3:07
3."Twenty One" - 3:07
4."Zombie"- 5:06
5."Empty" - 3:26
6."Everything I Said" - 3:52
7."The Icicle Melts" - 2:54
8."Decepção" - 4:14
9."Ridiculous Thoughts"- 4:31
10."Dreaming My Dreams" - 3:37
11."Grave's Grave" - 2:59
12."Daffodil Lament" - 6:14
13."No Need to Argue" - 2:54

download:

http://rapidshare.com/files/235894503/No_Need_To_Argue.part1.rar